• CLONES Resistentes
    CLONES Resistentes

     

     

     

     

     

    Clones resistentes, Banco de Germoplasma, Portugal. 2014

  • CASTANHEIRO Centenário
    CASTANHEIRO Centenário

     

     

     

    Lagarelhos, Bragança, Portugal. 2014

  • POLINIZAÇÃO
    POLINIZAÇÃO

     

     

     

     

     

    Rebordaínhos, Trás-os-Montes, Portugal. 2013

  • SOUTO Paisagem de Inverno
    SOUTO Paisagem de Inverno

     

     

      

    Serra de São Mamede, Marvão, Portugal, 2014.

  • TALHADIA
    TALHADIA

     

     

     

     

       

    Serra de São Mamede, Portugal, 2014

  • AMENTILHOS
    AMENTILHOS

     

     

     

     

     

    Rebordaínhos, Trás-os-Montes, Portugal. 2014

  • OURIÇOS
    OURIÇOS

     

     

     

     

     

    Bragança, Trás-os-Montes, Portugal. 2014

  • OURIÇOS
    OURIÇOS

     

     

     

     

     

    Serra de São Mamede, Portugal. 2014

  • SOUTO Paisagem de Verão
    SOUTO Paisagem de Verão

       

     

     

    Serra de São Mamede, Portugal. 2014

Propagação: Micropropagação, Enraizamento, Micorrização, Micro-enxertia, Enxertia

 

A engenharia de plantas melhoradas baseia-se e planifica-se em várias etapas, cada uma com objectivos específicos. Cada etapa compreende aumentar os conhecimentos necessários quer para aplicar noutros domínios de investigação fundamental quer para optimizar determinados procedimentos técnicos e experimentais, e suas metodologias. No limite, o que se pretende é seleccionar determinados genótipos que correspondam às características pretendidas, entre elas as da resistência a determinados agentes patogénicos ou outro tipo de adversidades. Uma vez encontrados esses genótipos, a questão prende-se em como manter essas características, assumidas como expressão de base genética, nas descendências. Neste sentido, a investigação desenvolve-se em duas vertentes paralelas que reciprocamente se auxiliam.

Uma das vertentes, o breeding, opera em conseguir estabelecer, por sucessivos cruzamentos controlados entre indivíduos seleccionados, e entre as várias descendências que se vão obtendo, um apuramento de uma determinada espécie, ou desenvolvimento de uma nova subespécie, que permita transmitir, por reprodução sexuada, as características particulares pretendidas às descendências, garantindo-se critérios de homogeneidade e estabilidade genética. Este desenvolvimento é, nas espécies lenhosas e de lento crescimento, como é o caso do castanheiro, particularmente moroso, tanto mais que a maturação sexual dos órgãos reprodutores se atinge apenas ao fim de largos anos. Porém, o melhoramento artificial induzido desta forma reverte-se de primordial importância não só para a descoberta dos genes responsáveis pelas características em causa mas também para o estabelecimento in natura de populações que permitam, por si só, reproduzir-se naturalmente, por reprodução sexuada, pela geração e germinação de sementes.

Uma outra vertente, a da micropropagação, é uma forma de obviar os constrangimentos do tempo operacional necessário na metodologia do breeding. Como é sabido, uma vez seleccionados genótipos com as características pretendidas, após ensaios e testes com base em protocolos especificamente desenhados, nomeadamente sobre a resistência a determinados agentes patogénicos, é possível criar procedimentos de propagação vegetativa, por clonagem, de forma a manter, dentro de certos limites, a mesma identidade genética. Por outro lado, esta forma de propagação permite, como se sabe, aumentar a capacidade de produção quer em número quer no tempo. Contudo, esta metodologia conduz, naturalmente, a um empobrecimento genético das populações, passando a existir essencialmente monoculturas clonais, que poderá comprometer futuramente a capacidade da espécie em se adaptar ao natural desenvolvimento evolucionário e por perda sucessiva da plasticidade genética de base. Porém, esta vertente decorre, sobretudo, para a produção de porta-enxertos que deverão, posteriormente, passar por novos testes e ensaios, designadamente sobre a compatibilidade genética com garfos seleccionados das variedades tradicionais mais económicamente viáveis e importantes, e sobre a sua adaptação a determinadas zonas com regimes edafoclimáticos próprios.

Neste sentido, esta área de investigação tem o seu enfoque no estudo e desenvolvimento de protocolos para a optimização da micropropagação de castanheiros, e do seu enraizamento, incluindo o desenvolvimento dos meios de cultura especialmente apropriados, para a micorrização, incluindo o desenvolvimento de meios de cultura de fungos micorrízicos e de métodos e procedimentos de inoculação, para as técnicas da micro-enxertia em laboratório, e da enxertia em campo. Um dos resultados esperados é a selecção precoce de clones que deve anteceder a sua propagação em larga escala, visando o mercado.

 

 

 

Metodologia

 

 

Instrumentação 

 

 

 

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